Paternidade

Precisa Divorciar?

1º Passo

 

Você responde o formulário localizado no final da página. É  feita uma avaliação, totalmente gratuita do seu caso.

2º Passo

 

Entraremos em contato para tirar eventuais duvidas e solicitar os documentos necessários (RG, CPF, Certidão de Casamento atualizada, Certidão de Nascimento dos filhos e documentos de propriedade dos bens a serem partilhados). Os documentos podem ser enviados digitalizados por e-mail ou foto via WhatsApp

3º Passo

Agendamos a melhor data e horário para que ambos os cônjuges assinem os documentos necessário ao divorcio. 

4º Passo

 

Divórcio realizado! Após o divorcio assinado,  continuamos à disposição para dirimir qualquer duvida e auxiliar em qualquer situação necessária.

Quem pode pedir a investigação de paternidade?


O processo de investigação de paternidade de um menor de 18 anos deve ser aberto pela mãe do menor, representada por um advogado. Sendo maior de idade, a própria pessoa pode abrir o processo - mas também deve ser representada por um advogado.




O suposto pai é obrigado a fazer o exame de DNA?


Não. Nossa legislação não obriga ninguém a fazer exame de DNA, sob o princípio de que ninguém pode ser forçado a produzir provas contra si mesmo.




Existe limite de tempo para ingressar com um processo de investigação de paternidade?


Não. A investigação pode ser aberta a qualquer tempo. Se por exemplo, uma pessoa de 60 anos descobrir que uma outra, de 80 anos, pode ser seu pai, ela pode ingressar com a ação.




O que acontece quando o suposto pai se recusa a fazer o exame de DNA?


Se ele se recusar, passa a existir uma "presunção relativa" de paternidade. Isso significa que a recusa irá pesar contra ele, mas não basta para confirmar a paternidade. Ou seja, a pessoa que abriu o processo terá que apresentar outras provas, como por exemplo, evidências de que houve um relacionamento entre a mãe do requerente e o suposto pai, e do qual a gravidez poderia ter resultado. Mas isso nem sempre é fácil - principalmente quando se trata de um relacionamento casual. Cabe lembrar que, recentemente, o presidente Lula vetou um projeto de lei aprovado pelo Senado que tratava do assunto. A alegação da presidência é que o veto ocorreu porque o projeto apenas repetia o que já estava previsto em nossa legislação - isto é, a "presunção relativa" da paternidade nos casos em que o pai se recusa a fazer o exame. O próprio relator do projeto de lei no Senado, Antônio Carlos Júnior (DEM-BA), admitiu que a matéria em pouco altera a lei em vigor, mas que funcionaria como um "reforço". Se era apenas um reforço, por que se dar ao trabalho de criar a lei? Ou por que se dar ao trabalho de vetá-la? Mais um mistério de Brasília, caro leitor...




E se o suposto pai já tiver falecido, ainda é possível realizar a investigação de paternidade?


Sim. Nesse caso, os parentes sanguíneos mais próximos do falecido podem ser solicitados a fazer o exame de DNA. Mas vale o mesmo princípio: se eles não concordarem, não se pode obrigá-los a fazer o teste.




Se o filho for reconhecido, ele pode usar o sobrenome paterno mesmo contra a vontade do pai?


Se a paternidade for legalmente reconhecida, o pai não tem como impedir que o filho use seu sobrenome. A alteração na certidão de nascimento pode ser feita após o juiz expedir a sentença na qual a filiação é reconhecida, e isso independe da vontade do pai.




Filhos reconhecidos mediante processos judiciais têm os mesmos direitos do que os filhos nascidos no casamento?


Com certeza. Os direitos são os mesmos, inclusive no que diz respeito à pensão alimentícia e herança.




E se o pai tiver deixado um testamento que exclui o filho reconhecido na justiça?


Essa possibilidade prevê duas situações diferentes. Na primeira, o pai ainda está vivo quando o processo de investigação de paternidade teve início e opta por excluir o suposto filho de seu testamento. Nesse caso, sendo a paternidade comprovada, o filho reconhecido terá direito à legítima - isto é, à parte da herança que cabe aos herdeiros necessários (como os filhos e o cônjuge) e que, por isso, não pode ser disponibilizada por meio de testamento. Na segunda situação, a investigação de paternidade é aberta após o falecimento do pai. Nesse caso, como ele desconhecia a existência desse filho ao fazer o testamento, o juiz poderá anular sua o documento, dando ao filho reconhecido o direito de partilhar de todos os bens do pai, e não apenas da legítima.




Se o suposto filho tiver falecido, seus herdeiros podem ingressar com a ação de investigação de paternidade?


Os herdeiros do filho falecido não podem ingressar com uma ação de investigação de paternidade em nome de seu pai. Podem, no entanto, dar entrada em uma ação de investigação de parentesco com seu suposto avô. Esse precedente foi aberto pelo Superior Tribunal de Justiça, ao julgar caso semelhante. No entender da relatora, ministra Nancy Andrighi: "se o pai não propôs ação investigatória em vida, a via do processo encontra-se aberta aos seus filhos".





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